Noah Hobbs, de apenas 20 anos, sucede no palmarés dos vencedores da ‘Alentejana’ ao espanhol Eduard Prades (Caja Rural), depois de ter triunfado na primeira e terceira tiradas desta edição da prova portuguesa.
O português Afonso Eulálio (Bahrain-Victorius) foi 61.º classificado na tirada, a 1.59 minutos de Roglic, terminando a prova espanhola no mesmo lugar da classificação geral, a 32.55 minutos do esloveno.
Tiago Antunes (Efapel) foi o melhor ciclista português na etapa de hoje, ao terminar no sexto lugar, a três segundos do vencedor, e passou a ser também o melhor representante luso na geral individual, no nono posto, a 25 segundos de Hobbs.
Após três etapas, Hobbs lidera também as classificações da juventude e dos pontos, com o português Pedro Pinto (Efapel) a manter-se com a camisola da montanha e a Euskaltel-Euskadi a ser a melhor equipa.
O campeão do mundo de fundo em 2023 voltou a ser o mais forte, sem oposição à altura, concluindo os 208,8 quilómetros do percurso, com partida e chegada em Harelbeke, em 4:39.14 horas
A aprovação final, considerada mera formalidade, chegará em 31 de março, depois de contactos dos organizadores das três corridas, em particular o Giro, que arranca daqui a mês e meio, para entender se poderiam distribuir mais um ‘wild card’.
Já com sete ‘Monumentos’ no seu palmarés, Pogacar vai agora tentar acrescentar-lhe mais um, primeiro na Volta a Flandres, em 6 de abril, e uma semana depois no Paris-Roubaix.
O duas vezes campeão da Volta a França (2022 e 2023) caiu na quinta etapa da prova francesa, quando vestia de amarelo, e ficou visivelmente maltratado, com cortes no rosto e uma contusão na mão, não alinhando na tirada seguinte.
Giaimi, de 20 anos, foi o melhor no final dos 173,8 quilómetros desde Sesimbra, superiorizando-se a Tivani e ao britânico Harrison Wood (Anicolor-Tien21), respetivamente segundo e terceiro com as mesmas 03:54.55 horas do vencedor.
O ciclista neerlandês bateu ao sprint Fillipo Ganna e Tadej Pogacar para conquistar a prova pela segunda vez, acumulando já sete vitórias em 'monumentos'.
Depois da partida numa sexta-feira, a segunda-feira seguinte, 05 de julho, será um dia de descanso, para o pelotão se mudar para França para o resto da competição.
O ciclista vai falhar a Volta à Catalunha, depois de ter caída no Paris-Nice e de não ter conseguido recuperar na totalidade para estar apto fisicamente.
Ayuso conseguiu a terceira vitória da temporada, depois de ter triunfado em duas provas de um dia – Faun Drome Classic e Trofeo Laigueglia –, e deve agora tornar-se o primeiro espanhol a vencer o Tirreno-Adriático desde Alberto Contador em 2014.
Ciclista dinamarquês de 28 anos, que recentemente venceu a Volta ao Algarve, espera apresentar-se este ano no Tour em melhores condições físicas, para poder voltar a lutar pela conquista da prova.
A procurador Marion Chabot considerou que este caso foi além do conjunto de provas recolhido e, por isso, pediu “uma pena de prisão de um ano, com pena suspensa, uma multa de 5.000 euros e uma proibição de cinco anos de qualquer atividade relacionado com desporto”.
Em 1939, o ciclista Joaquim Fernandes arrebatou a Volta a Portugal em bicicleta com a camisola da CUF, que, no hóquei em patins, se sagraria campeã nacional em 1964/65.
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