Tiago Antunes (Efapel) foi o melhor ciclista português na etapa de hoje, ao terminar no sexto lugar, a três segundos do vencedor, e passou a ser também o melhor representante luso na geral individual, no nono posto, a 25 segundos de Hobbs.
Após três etapas, Hobbs lidera também as classificações da juventude e dos pontos, com o português Pedro Pinto (Efapel) a manter-se com a camisola da montanha e a Euskaltel-Euskadi a ser a melhor equipa.
O campeão do mundo de fundo em 2023 voltou a ser o mais forte, sem oposição à altura, concluindo os 208,8 quilómetros do percurso, com partida e chegada em Harelbeke, em 4:39.14 horas
No final dos 171,5 quilómetros, entre Castro Verde e Grândola, Stella venceu em 4:06.14 horas, o mesmo tempo de Hobbs e do argentino German Tivani (Aviludo-Louletano-Loulé Concelho), segundo e terceiro, respetivamente.
O português Afonso Eulálio (Bahrain-Victorius) acompanhou o seu líder, o francês Lenny Martínez, durante grande parte da subida final, e acabou a etapa na 52.ª posição.
Na geral, Ayuso, que somou a quinta vitória da temporada, incluindo o triunfo final no Tirreno-Adriático, tem seis segundos de avanço sobre Roglic e 11 face a Landa.
A aprovação final, considerada mera formalidade, chegará em 31 de março, depois de contactos dos organizadores das três corridas, em particular o Giro, que arranca daqui a mês e meio, para entender se poderiam distribuir mais um ‘wild card’.
Na quinta-feira, corre-se a segunda etapa, com uma ligação de 171,5 quilómetros entre Castro Verde e Grândola, com duas contagens de montanha de quarta categoria e uma de terceira, colocada a menos de 10 quilómetros da meta.
Já com sete ‘Monumentos’ no seu palmarés, Pogacar vai agora tentar acrescentar-lhe mais um, primeiro na Volta a Flandres, em 6 de abril, e uma semana depois no Paris-Roubaix.
O duas vezes campeão da Volta a França (2022 e 2023) caiu na quinta etapa da prova francesa, quando vestia de amarelo, e ficou visivelmente maltratado, com cortes no rosto e uma contusão na mão, não alinhando na tirada seguinte.
Giaimi, de 20 anos, foi o melhor no final dos 173,8 quilómetros desde Sesimbra, superiorizando-se a Tivani e ao britânico Harrison Wood (Anicolor-Tien21), respetivamente segundo e terceiro com as mesmas 03:54.55 horas do vencedor.
O ciclista neerlandês bateu ao sprint Fillipo Ganna e Tadej Pogacar para conquistar a prova pela segunda vez, acumulando já sete vitórias em 'monumentos'.
Depois da partida numa sexta-feira, a segunda-feira seguinte, 05 de julho, será um dia de descanso, para o pelotão se mudar para França para o resto da competição.
O ciclista vai falhar a Volta à Catalunha, depois de ter caída no Paris-Nice e de não ter conseguido recuperar na totalidade para estar apto fisicamente.
Na disciplina em que Portugal é campeão olímpico, por Rui Oliveira e Iuri Leitão, Salgueiro e Matias somaram 34 pontos, 20 dos quais por terem dado uma volta ao pelotão, com os espanhóis Sebastian Mora e Albert Torres a vencerem, com 94 pontos.
João Almeida (UAE Emirates), que viu o seu companheiro de equipa Brandon McNulty desistir antes da etapa, ficou muito cedo sozinho e foi incapaz de se manter no grupo dos favoritos, terminando na 13.ª posição.
A vitória final estava praticamente assegurada por Ayuso desde o triunfo na etapa da véspera, com a classificação por pontos e o segundo lugar a serem os únicos pontos de dúvida.
O neerlandês Yanne Dorenbos venceu o omnium, com 170 pontos, apenas mais um do que o norte-americano Ashlin Barry, com o japonês Kazushige Kuboki a fechar o pódio, com 148.
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