O organismo decidiu que as finais dos 400 metros de pista coberta vão deixar de se realizar em uma corrida única para duas corridas com quatro atletas cada uma.
O queniano Emmanuel Wanyonyi, foi galardoado na categoria 'pista'. A australiana Nicola Olyslagers, campeã do Mundo do salto em altura, ficou com o prémio na categoria 'concursos'.
Caio Bonfim, brasileiro que representa as águias e que deu recentemente que falar nos Mundiais de Atletismo que decorreram no Japão, ao conquistar duas medalhas: a prata os 35 Km Marcha e o ouro nos 20 km marcha, é um dos cinco nomeados.
Na quarta-feira, o Conselho da World Athletics aprovou a alteração nas distâncias das provas seniores de marcha, com os 20 quilómetros a passarem a ser uma meia maratona (21,0975 quilómetros) e os 35 uma maratona (42,195).
A World Athletics terá este ano uma escolha de seis atletas do ano, em vez dos habituais dois, 'desdobrando' a distinção por corrida em pista, concursos, e provas em estrada, masculinos e femininos.
A World Athletics Ultimate Championship vai distribuir 10 milhões de dólares (9,223 milhões de euros, ao câmbio de hoje) e colocará em confronto campeões olímpicos, mundiais, vencedores da Liga Diamante e líderes mundiais do ano.
“Fizemos um estudo comparativo com outras federações que estiveram nos Mundiais Oregon2022 e as estatísticas falam por si (...) Portugal não aumentou o nível de testes”.
Semenya tem um excesso natural de hormonas sexuais masculinas e está envolvida num impasse com o organismo que tutela a nível mundial o atletismo há mais de dez anos, apelando ao respeito pela “dignidade e pelos direitos humanos”.
Os recordes de Duplantis, Tsegay e Cheruiyot foram conseguidos durante as finais da Liga Diamante, que se realizaram em Eugene, Estados Unidos, em 16 e 17 de setembro.
Bicampeã olímpica dos 800 metros em 2012 e 2016 e tricampeã mundial na mesma prova, Semenya foi proibida de competir por se recusar a passar por um tratamento hormonal para baixar a sua taxa de testosterona.
“Lamine Diack dizia-nos que não era possível suspender os atletas se os casos não fossem evidentes. Tínhamos que escolher, fazer caso a caso, dependendo do nível de doping”, lançou durante a sua audição no Tribunal da Relação de Paris.
Suspensa desde novembro de 2015, a federação russa fica agora com esperanças no regresso em março próximo, quando a 'task force' para avaliar os progressos na luta antidoping na Rússia apresentar o seu relatório final.
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