Em 2013, o Mundial de canoagem de mar decorreu entre Esposende e Viana do Castelo e em 2022 foi o percurso inverso. Este ano a prova realiza-se na Madeira.
Fernando Pimenta e José Ramalho, campeões em 2022, em Ponte de Lima, e 2023, na Dinamarca, conquistaram hoje a terceira medalha de ouro consecutiva, em Metkovic.
Esta foi a quarta medalha de Portugal nos mundiais de maratonas, depois do ouro da também júnior Maria Luísa Gomes em K1, da prata de José Ramalho em K1 e do bronze de Rui Lacerda em C1.
Esta é a quarta medalha de Portugal nos mundiais de maratonas, depois do ouro da júnior Maria Luísa Gomes em K1, da prata de José Ramalho em K1 e do bronze de Rui Lacerda em C1.
Portugal contabilizada até ao momento a medalha de ouro da júnior Maria Luísa Gomes e a prata de José Ramalho, ambos em K1, e o bronze de Rui Lacerda, em C1.
José Ramalho volta a competir no domingo, em K2, juntamente com o olímpico Fernando Pimenta, com a dupla lusa a procurar o terceiro ouro mundial consecutivo nesta embarcação.
Este é o segundo pódio de Portugal nos mundiais da Croácia, depois de, na quinta-feira, Maria Luísa Gomes ter sido campeã do mundo em K1 júnior, após ter sido igualmente ouro europeu.
Francisco Santos concluiu os 26,2 quilómetros do percurso em 01:51.11,38 horas, a 56,98 segundos do ouro do dinamarquês Philip Knudsen, que descolou de um grupo de sete na penúltima das seis portagens.
Fernando Pimenta queixa-se de ter sido abalroado e a Federação Portuguesa de Canoagem ainda apresentou protesto, porém o mesmo não foi acolhido, pelo que o limiano se viu privado da sua 149.ª medalha em importantes provas internacionais.
Em julho, em Poznan, na Polónia, Maria Luísa Gomes tinha sido campeã da Europa K1 na prova longa e na ‘short race’, de cerca de 3,5 quilómetros, que não integra o programa júnior dos Mundiais.
Na sua meia-final, Fernando Pimenta, que defende o título mundial e procura o ‘tri’ nesta prova de 3,4 quilómetros, foi terceiro, em 13.19,35 minutos, a 2,73 segundos do argentino Agustin Rodriguez, que venceu a série.
A jovem limiana cumpriu os 19 quilómetros do traçado em 01:28.37,47 horas, batendo no sprint final a sul-africana Geórgia Singe, segunda classificada, por 01,76 segundos, e a alemã Caroline Heuser, terceira, por 08,20.
Rui Lacerda é mais vocacionado para as provas longas, uma vez que o seu forte é a resistência, tendo desempenhos em continuada progressão e aproveitando as portagens para recuperar posições.
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