Fazendo equipa com o norte-americano Ricky Taylor e com o britânico Will Stevens, o piloto luso foi vítima de um problema mecânico e de uma penalização que se viria a revelar injusta, mas que já estava cumprida.
O único piloto português em prova, que fez equipa com Ben Keating e Ben Hanley, cortou a meta com 279 voltas, a 39 dos vencedores, Antonio Fuoco, Miguel Molina e Nicklas Nielsen (Ferrari).
Albuquerque, que faz equipa com o norte-americano Ricky Taylor, partiu do oitavo lugar, terminando em idêntica posição no final da corrida, de uma hora e 40 minutos.
Filipe Albuquerque, que fez equipa com Ricky Taylor, Brendon Hartley e Marcus Ericksson, explicou que, “do nada”, ficou parado na pista “com o carro sem qualquer reação”.
A equipa Acura, de Albuquerque e Ricky Taylor, fechou as 102 voltas ao traçado californiano a 21,04 segundos do vencedor, o francês Sébastien Bourdais.
Piloto português viu escapar a vitória na terceira prova do campeonato norte-americano de resistência após o companheiro de equipa, Ricky Raylor, se ter despistado a um minuto do final.
Filipe Albuquerque, que fez equipa com Ricky Taylor e Louis Deletraz, acabou classificado na 10.ª posição, com 315 voltas completadas e a sete do vencedor.
O piloto português Filipe Albuquerque (Acura) foi hoje segundo classificado na 61.ª edição das 24 Horas de Daytona, prova de abertura do campeonato norte-americano de resistência automóvel.
António Félix da Costa conseguiu o segundo tempo na qualificação na categoria de LMP2 para as 8 Horas do Bahrain, enquanto Filipe Albuquerque foi terceiro.
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