«A doença está a afastá-lo muito do seio da FPF e tem-no mantido muito ausente dos organismos europeus. Não foi pelos estatutos não estarem aprovados que não foi reeleito na UEFA, foi pela sua ausência», disse Horácio Antunes.
A Assembleia-Geral da Federação decorre sem as presenças do presidente, Gilbero Madaíl, e o do vice-presidente, Amândio de Carvalho, ausentes por doença.
O Governo renovou recentemente a suspensão parcial da Utilidade Pública Desportiva, cujo prazo inicial de um ano terminava a 12 de Abril, e dos contratos-programa, mantendo a interrupção nos apoios “no âmbito do alto rendimento ou das selecções nacionais”, decretada a 20 de Janeiro.
Os três pontos do projecto de adaptação dos estatutos da Federação Portuguesa de Futebol ao Regime Jurídico das Federações Desportivas (RJFD) chumbados na especialidade vão voltar a ser discutidos no sábado, em Assembleia-Geral extraordinária do organismo.
Da convocatória para a reunião magna extraordinária de 30 de Abril, a realizar às 10h00 na sede da FPF, a que a agência Lusa teve hoje acesso, consta a «apreciação, discussão e votação da proposta da direcção da FPF para alteração» aos artigos chumbados a 19 de Março e do regulamento eleitoral.
Depois da reunião da direcção da FPF com a Comissão Delegada das Associações Distritais e Regionais, a Liga e as representações de árbitros e treinadores, Amândio de Carvalho sublinhou que «hoje foram dados passos importantes».
Numa reunião preparatória da Assembleia-Geral de 30 de Abril, a direcção federativa, representada pelo vice-presidente Amândio de Carvalho e pelo secretário-geral Ângelo Brou, está reunida com a Comissão Delegada das Associações Distritais e Regionais, Liga de clubes, representada por Fernando Gomes
«Não é algo da minha competência, mas espero que a situação se resolva o mais rápido possível e que não tenha impactos para as selecções, mas é lógico que temos que ter cuidado», referiu o dirigente, em declarações prestadas durante a sessão comemorativa do Centenário do Barreirense, na segunda-feir
A Federação Portuguesa de Futebol já terá perdido cerca de 2,8 milhões de euros em verbas a que tinha direito pelos contratos estabelecidos com o Estado.
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