O relatório da comissão independente acusa alguns antigos dirigentes da UCI de terem protegido dos escândalos de ‘doping’ o norte-americano Lance Armstrong.
O presidente da União Ciclista Internacional (UCI) afirmou esta quarta-feira que o ciclismo é a modalidade que mais luta contra o doping, perante as suspeitas sobre a Astana, equipa do vencedor da Volta a França de 2014.
O diretor desportivo da Astana é o controverso antigo ciclista cazaque Alexander Vinokourov, que esteve suspenso por dopagem sanguínea entre 2007 e 2009.
O presidente da CIRC recordou que o propósito da comissão não é sancionar violações antidopagem cometidas por corredores, mas sim “identificar e atacar práticas e redes que provocaram e/ou facilitaram a dopagem no ciclismo”.
Os seus dois antecessores, o holandês Hein Verbruggen e o irlandês Pat Mcquaid, foram colocados em causa por declarações do norte-americano Lance Armstrong.
A Comissão Independente, desmantelada pela União Ciclista Internacional, revelou que a federação velocipédica tornou «impossível» a sua investigação do caso Armstrong.
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