O Santa Clara fez uma excelente segunda volta e terminou a I Liga portuguesa de futebol de forma tranquila, no sétimo lugar, após época turbulenta, face a alterações na estrutura e várias mudanças de treinador.
O Vitória de Guimarães classificou-se no sexto lugar da I Liga portuguesa de futebol e falhou os cinco primeiros pela terceira época seguida, marcada pela alternância nas exibições e pelos golos sofridos em 26 das 34 jornadas.
O treinador do FC Porto, Sérgio Conceição, progrediu na “componente tática e estratégica” desde a estreia nos bancos, elogia o ex-futebolista e companheiro de profissão Rui Duarte, que assistiu de perto aos seus primeiros passos.
Pela primeira vez em 98 anos de história, o Gil Vicente qualificou-se para uma competição europeia de futebol após alcançar um quinto lugar que iguala a melhor classificação de sempre na I Liga.
O 30.º título de campeão nacional do FC Porto “teve mão do treinador” Sérgio Conceição, distingue o ex-futebolista Paulo Assunção, valorizando a reação à despedida dos influentes Luis Díaz, Sérgio Oliveira e Jesús Corona em janeiro.
Numa época de forte aposta na juventude, o Sporting de Braga terminou a I Liga de futebol no ‘habitual’ quarto lugar e viu o seu ‘capitão’ Ricardo Horta tornar-se no melhor marcador de sempre do clube.
Darwin Núñez, jovem avançado uruguaio de 22 anos, foi uma das poucas boas notícias do Benfica 2021/22, ao cotar-se como a grande figura do campeonato e o seu melhor marcador, com 26 golos, em 28 jogos.
Além do jogador do Gil Vicente, só mais quatro futebolistas chegaram ao final do campeonato com 34 jogos disputados, embora todos com jogos saindo do banco.
Depois de um recorde de 422 tentos a meio de um campeonato a 18 clubes, à excelente média de 2,76 por encontro, a produção baixou drasticamente a partir da 18.ª jornada.
Foram precisamente metade (nove) os clubes que ‘chicotearam’ os seus técnicos na edição 2021/22 da I Liga, já que, na 1.ª volta, outros oito clubes tinham também optado por mudar de treinador.
O Portimonense não conseguiu dar sequência aos registos das duas últimas temporadas e, com 33 pontos, ‘tombou’ para a II Liga portuguesa de futebol, ao terminar a prova na 17.ª penúltima posição.
O Desportivo das Aves encerrou um inédito ciclo de três épocas seguidas na I Liga, utilizando três treinadores e 44 futebolistas face às contrariedades desportivas, diretivas e financeiras vividas dentro e fora dos relvados.
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