A 111.ª edição da Volta a França marcará ainda o primeiro confronto entre Vingegaard e Roglic desde que o esloveno, campeão em título do Giro e três vezes vencedor da Vuelta (2019-2021), trocou a então Jumbo-Visma pela BORA-hansgrohe.
O Tour2024 será repleto de novidades, com um contrarrelógio a ‘encerrar’ uma edição menos montanhosa que ‘abdicou’ de Paris para coroar os vencedores e apostou em estradas não asfaltadas pela primeira vez.
Foi a primeira vez que os Vélo d'Or foram atribuídos numa cerimónia, mas metade dos seis agraciados, incluindo dois prémios para os melhores franceses, não compareceu.
Pelo segundo ano seguido, dinamarquês superou o esloveno, enquanto na luta pelo último lugar do pódio Adam Yates, colega de equipa de Pogacar, levou a melhor sobre o irmão Simon.
O camisola amarela, que tem 07.29 minutos de vantagem sobre Pogacar à entrada para a etapa de consagração de domingo, abordou ainda a evolução que sofreu na sua forma de ser, confessando que aprendeu a gerir melhor a pressão.
Vingegaard manteve hoje os 07.35 minutos de vantagem para Tadej Pogacar, numa 19.ª etapa conquistada por outro esloveno, Matej Mohoric (Bahrain Victorious), e, na véspera do último teste à sua liderança, mostrou-se despreocupado.
O camisola amarela e o seu ‘vice’ esloveno (e as respetivas equipas) estão igualados em forças, com as bonificações a serem, para já, o mais válido critério de desempate. Hoje, levou a melhor o dinamarquês.
Com 24 anos e 288 dias, Pogacar tornou-se hoje, também, o quarto ciclista mais jovem de sempre a alcançar as 10 vitórias em etapas no Tour, atrás de François Faber, Mark Cavendish e Bernard Hinault.
Jonas Vingegaard e Tadej Pogacar arrancam para a Volta a França como os principais favoritos à vitória final. O dinamarquês venceu a prova no ano passado, enquanto que o líder da Team Emirates arrecadou a amarela em 2020 e 2021.
O ciclista dinamarquês Jonas Vingegaard (Jumbo-Visma) protagonizou uma exibição de força, isolando-se a 16 quilómetros da meta para vencer a quinta etapa do Critério Dauphiné e subir à liderança da geral.
Joaquim Silva (Efapel) voltou a ser o melhor homem das equipas portuguesas, na 15.ª posição, a 01.10 minutos de Vingegaard, e vai partir para a quarta e última etapa da prova galega com hipóteses de fechar a sua prestação no ‘top 15’, uma vez que é 13.º na geral, a 02.12.
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