O combate frente a Polling, de 33 anos, foi muito equilibrado, tendo a transalpina conseguido superar Taís Pina apenas no prolongamento (05.05 minutos), por waza-ari.
Apesar de estar a fazer a sua estreia em Jogos Olímpicos e defrontar o mais experiente número cinco mundial, João Fernando acreditava que podia ter ganho o encontro.
Mais do que a glória dos campeões, a imagem do dia pertence a Uta Abe, com a judoca absolutamente destroçada, num choro convulsivo nos braços do seu treinador, sem conseguir sair pelo seu pé da Arena Champ-de-Mars, perante o sonho desfeito.
Aos 31 anos, os dois judocas procuravam a maior consagração de todas: Tsunoda com o currículo de três títulos mundiais (2023, 2022 e 2021) e Smetov com uma prata olímpica (Rio2016), um bronze (Tóquio2020) e um título mundial (2015).
Aos 24 anos, João Fernando garantiu a qualificação via quota continental, confiando em chegar ao quadro de honra, ou seja, pelo menos um sétimo lugar, mas sabe qual seria a sua “estreia de sonho”.
Há outro aliciante nestes Jogos para o judoca do Sporting, que já há “um bom tempo não ganha uma medalha em Paris” e está “com uma grande azia”, porque há “três ou quatro” portugueses que conquistaram o ouro nesse Grand Slam, onde foi medalhado de bronze em 2017.
A judoca de 19 anos junta-se a Catarina Costa (-48 kg), Rochele Nunes (+78 kg), Jorge Fonseca (+100 kg), Patrícia Sampaio (-78 kg), Bárbara Timo (-63 kg) e João Fernando (-81 kg).
A equipa lusa, que não inclui Telma Monteiro, medalha de bronze no Rio2016, tinha ficado definida depois do final da competição individual dos Mundiais da modalidade.
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