O treinador português considerou que "os organismos do futebol e outras entidades têm de dar a cara" e tomar medidas pela segurança dos intervenientes.
A maior parte da violência reportada dirigia-se a mais do que um ou uma atleta, com 13 vítimas ou ex-vítimas do género feminino, com uma média de idades abaixo dos 18 anos.
Quatro jogadores, todos de nacionalidade estrangeira, da Ovarense terão sido confrontados por um grupo de oito homens proferindo ameaças contra os mesmos e exibindo armas brancas.
Clube de Ovar reagiu ainda ao facto de alegadamente alguns dos envolvidos serem adeptos do clube, reforçando que todas as pessoas que praticarem atos racistas, xenófobos ou discriminatórios “jamais terão as portas do clube abertas”.
Os confrontos terão partido de adeptos do Lyon e originaram grandes movimentações nas bancadas, um início de invasão de campo e a intervenção das forças da ordem.
O caso mais destacado foi o do dérbi de Zurique, em que adeptos do clube visitante invadiram o recinto de jogo para atirar potes de fumo e outros dispositivos.
O avançado do São Paulo de Rio Grande, que defrontava o Guarani, deu um pontapé na cabeça de Rodrigo Crivellaro após uma discussão, na qual o juiz caiu ao chão, sendo então pontapeado.
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