Os adeptos não podiam chegar perto do tribunal ainda assim alguns acompanharam bem de perto a chegada dos principais interveniente do julgamento. No terceiro dia, o presidente do FC Porto, André Villas-Boas, esteve presente para apresentar a sua versão dos factos.
Os 12 arguidos da Operação Pretoriano, entre os quais o antigo líder dos Super Dragões Fernando Madureira e a mulher, Sandra Madureira, começaram hoje a responder por 19 crimes no Tribunal de São João Novo, no Porto.
Fortes medidas de segurança marcam o início do julgamento da Operação Pretoriano, na qual o antigo líder dos Super Dragões Fernando Madureira é o principal arguido, entre os 12 que vão a julgamento.
O FC Porto e a SAD gestora do futebol profissional ‘azul e branco’ constituíram-se assistentes da Operação Pretoriano, cujo julgamento ainda não tem local nem data marcados.
Fernando Madureira, Sandra Madureira, Vítor Oliveira e Vítor Manuel Silva estão impedidos de entrar em recintos desportivos, mas terão sempre direito à defesa.
A juíza de instrução criminal aceitou que fossem visionadas as imagens das câmaras de videovigilância do Dragão Arena, onde existiram incidentes e agressões durante uma Assembleia Geral Extraordinária do FC Porto.
A fase instrutória, que decorre à porta fechada, arrancou com os interrogatórios de Fernando Madureira, que está em prisão preventiva há nove meses, e de Sandra Madureira, sua mulher e antiga vice-presidente dos Super Dragões.
A fase instrutória vai arrancar com os interrogatórios de Fernando Madureira, que está em prisão preventiva há nove meses, e de Sandra Madureira, sua mulher e antiga vice-presidente dos Super Dragões, um dos grupos organizados de adeptos afetos ao FC Porto.
Os arguidos respondem por crimes como ofensa à integridade física, coação e ameaça agravada, instigação pública a um crime, arremesso de objetos ou produtos líquidos e ainda atentado à liberdade de informação.
Notícia avançada pelo jornal 'O Jogo' dá conta de que os dragões obtiveram acesso formal ao relatório do Ministério Público na sequência da conturbada Assembleia Geral.
Em causa estavam os crimes de ofensa à integridade física no âmbito de espetáculo desportivo ou em acontecimento relacionado com o fenómeno desportivo, coação e ameaça agravada, entre outros.
Na origem da decisão esteve a "pressão mediática originada pelos processos judiciais em curso", assim como o facto de estarem "a ser alvo de difamação, perseguição e ameaças".
Juíza do Tribunal de Instrução Criminal reavaliou as medidas de coação do processo decorrente da Operação Pretoriano, mas considerou não haver necessidade de alterações.
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